Capim Grosso: sua história e seu povo (Fotos e Fatos)



HISTÓRIA DE CAPIM GROSSO
Capim Grosso faz parte da microrregião de Jacobina, fazendo limite com os municípios de São José do Jacuípe, Quixabeira, Jacobina, Caém, Santaluz e Queimadas. A cidade encontra-se posicionada numa excelente localização geográfica, no cruzamento das BRs 407 e 324, que fazem a ligação entre a capital, Salvador, com a região central da Bahia e com as regiões oeste  do Estado e norte do país.

Sua história remonta ao ano de 1940, com o estabelecimento da família do senhor Zózimo Amância de Araujo, também apelidado de “Capitão”, o qual juntamente com sua esposa, Dona Ursulina, construíram a primeira moradia no que hoje é a Avenida Senhor do Bonfim. A Fazenda Capim Grosso, como fora inicialmente chamada, recebeu esse nome por causa de uma espécie volumosa de capim que existia em grande abundância na região.

A sua privilegiada localização geográfica atraiu grande número de pessoas, fazendo com que se expandisse rapidamente. Ainda na década de quarenta, o povoado recebeu a sua primeira capela, estabelecida pelo padre austríaco Alfredo Maria Haasler, a qual, em 1961, tornou-se numa Escola Paroquial. O padre Alfredo  exerceu grande influência na região. Ele faleceu no ano de 1997, aos 89 anos de idade.

A emancipação da cidade tornou-se pública no ano de 1984, com um plebiscito promulgado pelo prefeito de Jacobina, o sr. Carlos Alberto Pires Daltro, também conhecido por Dr. Carlito ou Carlitão. A cidade foi elevada à categoria de município e distrito com a denominação de Capim Grosso, pela lei estadual nº 4437, de 9 de maio de 1985, quando foi desmembrado de Jacobina.

A primeira eleição na cidade deu-se no dia 15 de novembro de 1985, quando foi eleito seu primeiro prefeito, o Sr. Cesiano Carlos do Nascimento, conhecido popularmente por “César”, que venceu o Sr. José Mendes de Queiroz, o velho “Zé Queiroz”.  Em 1989, foi eleito Adilson de Freitas Pinheiro, o “Doutor Pinheiro”, sucedido em 1993 por Paulo Ferreira. Em 1997, elege-se novamente Adilson de Freitas Pinheiro, sendo reeleito na eleição seguinte, em 2002. Este é substituído em 2006 por Paulo Ferreira, que teve seu mandato cassado após seis meses na administração da cidade, quando foi substituído por Itamar Rios, que renunciou, cedendo o posto ao seu vice, João Dias, o popular “João do Couro”, já nos primórdios de 2010. Por determinação judicial, João do Couro foi obrigado a deixar o cargo, sendo substituído em agosto de 2010 por Lydia Fontoura Pinheiro, a qual, alegando problemas de saúde, renunciou ao mandato em abril de 2012, sendo este assumido pelo seu vice, o Sr. Sivaldo Rios, que é foi eleito 15 de novembro de 2012, após disputa acirrada com Marcos Rios Carneiro.

As imagens, a seguir, fazem parte de sua história e são aqui publicadas para preservar sua memória ao longo dos tempos, realçando o valor de sua laboriosa gente...


Divisão municipal e principais rodovias e ferrovias da Folha Serrinha (Fonte: CPRM)





ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS, FISIOGRÁFICOS E GEOLÓGICOS

A população total era de 26.529 habitantes, no ano de 2004,  com densidade demográfica de 68,02 hab/km2.

Na sede municipal existe 1 agência bancária federal, além de possuir 4 agências de correio e telégrafo.

Para o atendimento da população existe 1 hospital conveniado com o SUS dispondo de 254 leitos.

Na área da educação o município conta com 52 colégios de ensino fundamental, sendo 31 na zona rural, e 2 ensino médio.

O abastecimento de água é feito pela Embasa, sedo que 53,1% dos domicílios possuem acesso à água encanada.

A Coelba é a distribuidora de energia elétrica no município atendendo a 85,1% dos domicílios.

Conforme registro na JUCEB, o município possui 43 estabelecimentos comerciais, ocupando o 270º lugar dentre os municípios baianos. No setor de bens minerais, é produtor de manganês e quartzo.

A área municipal faz parte do “Polígono das Secas”, apresentando tipo climático semi-árido e pluviosidade média (anual) na faixa de 400 a 800 mm e longos períodos de estiagem.
Seus tipos de solo variam de latossolos vermelho-amarelados a planossolos eutróficos, com trechos de neossolos.

A vegetação, em sua maior parte, é formada de caatinga arbórea aberta (com palmeiras), passando a contato caatinga-floresta estacional.

A drenagem principal está representada pelo rio Itapicuru-Mirim, limitando o norte da área; além do rio do Peixe, que foi represado para formar o açude de mesmo nome.
Predominam na paisagem municipal as formas topográficas assemelhadas a planaltos de baixas altitudes, constituindo tabuleiros interioranos.

O Município de Capim Grosso é constituído por rochas cristalinas pertencentes aos complexos Caraíba e Tanque Novo-Ipirá, além da Suíte São José do Jacuípe. Coberturas detrito lateríticas constituídas por areia com níveis de argila e cascalho e crosta laterítica, recobrem áreas relativamente extensas do município.


O "MONUMENTO AO RODOVIÁRIO" E A "RODOVIA LOMANTO JÚNIOR"

Monumento ao rodoviário, projetado pelo arquiteto Sérgio Bernardes, durante a gestão de Lomanto Júnior, com mais de 8 metros de altura, em ferro retorcido, apelidado na época por moradores locais como o "pau do governo"

Este Monumento insere-se no mesmo contexto de construção da grande Rodovia Lomanto Júnior, que liga Feira de Santana a Juazeiro. Em seus 390 quilômetros de pavimentação asfáltica foram investidos cerca de NCr$ 42 bilhões, provindos de recursos do próprio Estado, a qual fora inaugurada no início do ano de 1967, e contou com a presença do presidente militar Castelo Branco.

Segundo jornais da época, a importância da Rodovia para região não se media apenas por sua extensão quilométrica, nem por seu orçamento bilionário. Tratava-se de uma estrada de integração, cuja influência econômica e social abarcaria não apenas o Estado mas toda a nação brasileira.

A nova Rodovia fora representada como um marco de redenção para vasta região do Nordeste baiano, a qual iria cortar o sertão e ligar a zona de São Francisco ao porto de Salvador, e que deveria estender sua influência a importantes áreas de outros Estados nordestinos. Três “capitais regionais” do Estado – Senhor do Bonfim, Jacobina e Juazeiro, integrariam-se assim com as zonas econômicas de Feira de Santana e do Recôncavo, servindo ainda aos municípios de Tanquinho, Riachão do Jacuípe, Jaguarari e a nossa cidade Capim Grosso, e beneficiando - através de ligações de acessos – diversos outros municípios, tanto na zona do sisal (Ichu, Candeal, Conceição do Coité, Queimadas etc.), como na zona pecuária e mamona (Caldeirão Grande, Antônio Gonçalves, Pindobaçu e outros).

A rodovia Lomanto Júnior foi construída com características técnicas de estrada de primeira classe. Seu custo médio foi de NCr$ 107 mil por quilômetro. Seu traçado incluiu aproximadamente 100 obras de arte comuns. Entre as mais importantes, destacaram-se a ponte sobre o Rio Jacuípe, em Riachão, com 101 metros de vão, a ponte sobre o Rio Tourão, em Senhor do Bonfim, com 70 metros de vão, além de diversos pequenos açudes, dois viadutos e um anel de cotorno da cidade de Capim Grosso.

Na construção Feira de Santana-Juazeiro foram empregadas 280 máquinas, sendo 80 pesadas, 150 médias e 50 leves.

No anel rodoviário de capim Grosso foi arguido o Monumento ao Rodoviário, projetado pelo arquiteto Sérgio Bernardes. O monumento exprimiu o reconhecimento do governo Lomanto Júnior aos técnicos e trabalhadores que, com seu esforço, tornaram possível a concretização do plano rodoviário do Estado da Bahia, na segunda metade de década de 60. Neste período foram construídos na Bahia 764 quilômetros de estradas pavimentadas a asfalto e 1.703 quilômetros de estradas encascalhadas, totalizando 2.467 quilômetros de novas rodovias. Foram ainda recuperados 1.089 quilômetros de estradas cujas condições eram as mais precárias (Consulta: “Correio da Manhã”, 08 de março de 1967).

O Monumento ao Rodoviário  (fins dos anos 80)




QUANDO CAPIM GROSSO FOI NOTÍCIA


INVASÃO À "CESTA DO POVO": 11 DE MARÇO DE 1987

Jornal do Brasil: 12/03/1987

Foi quando cerca de duas mil pessoas, a quem o jornal chamou de "trabalhadores famintos", saquearam a famosa "Cesta do Povo", um programa alimentício criado pelo governo baiano com o objetivo de oferecer preços mais baratos. Segundo noticiou o periódico, a população conseguiu levar 60 toneladas de alimentos. Na época o Prefeito era ainda Cesiano Carlos do Nascimento, o "César", o qual acusou seu adversário político Adilson de Freitas Pinheiro, integrante do antigo PDS, de ter incentivado os saqueadores ao dizer que  os alimentos ali estocados eram do Governo e, portanto, pertenciam ao povo.  Muitos dessas pessoas vieram da zona rural e algumas inclusive chegaram em carroças puxadas por animais. 

Fui testemunha ocular do fato. Lembro-me de que naquele dia houve uma confusão generalizada: pessoas correndo com sacos de arroz e feijão sobre as costas, gente se escondendo nas casas, crianças apavoradas etc... Durante o saque a mulher de um comerciante na praça do mercado chegou a sacar um revólver e dar tiros para amedrontar os invasores, mas ninguém ficou ferido. O Prefeito (do PMDB) foi para a rua tentar conter a multidão, mas antes disso pediu socorro ao batalhão da Polícia Militar do vizinho município de Jacobina. No dia seguinte o Governo mandou que permanecessem na cidade 12 policiais a fim de que estes evitassem novos saques.  

Segundo estatísticas daquele período, o município e seus arredores, tinha aproximadamente 12 mil habitantes.  

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O "CONTO DA GUITARRA": JULHO DE 1975

"Luta Democrática": 12/07/1975

Um fazendeiro não identificado de Capim Grosso estaria envolvido em falsificações de notas, o que na época foi chamado de "o conto da guitarra". Segundo noticiou a imprensa, este fazendeiro teria comprado  de um tal "Valter Gordo" uma máquina que supostamente imprimia dinheiro; contudo, ele e muitos outros ricos fazendeiros, caíram no "conto da guitarra", ao constatar que a máquina não funcionava, de modo que, além do prejuízo, não poderiam denunciar o golpista pois também se tornariam cúmplices do delito.
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LUZ SOLAR NA REGIÃO: JULHO DE 1996

Jornal do Brasil: 14/07/1996

A notícia referia-se à implantação de um sistema de irrigação organizado pela Associação dos Horticultores da Fazenda Rio do Peixe, em que se fazia uso, mediante energia solar, de uma bomba inserida num açude, a qual irrigava água para as plantações locais. Na época a Associação chegou a ganhar um prêmio por um de seus filiados ter plantado e colhido uma abóbora gigante.


Um dos agricultores da região que fazia uso da tecnologia em suas plantações

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A MORTE DE UMA FAMÍLIA: JANEIRO DE 1998

Jornal do Brasil: 03/01/1998



Oito pessoas, sendo 7 da mesma família, incluindo 3 crianças, morreram na colisão entre dois carros. O triste episódio comoveu a cidade e toda a região. O comércio de Capim Grosso fechou as portas em respeito aos falecidos, que foram os seguintes: Egnaldo Oliveira (40 anos), Gerusa dos Santos (18 anos), Wesley dos Santos (3 anos), Douglas dos Santos (5 anos), Leonardo dos Santos (3 anos), Ana Paula de Almeida (22 anos) e Iradilma da Silva (31 anos), os quais estavam na Fiorino; e Suzete Santos Souza (16 anos), que estava no outro automóvel, um Fiat Uno, e era a única que não tinha relação de parentesco com os demais. Na época o motorista da Fiorino, Adalberto dos Santos, ficou internado em estado grave no Hospital Geral de Salvador.


Multidão que seguiu no préstito fúnebre das vítimas do gravíssimo acidente

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LIXO ESPACIAL EM CAPIM GROSSO

Diário do Pará: 19/02/1990



A lavradora Jovelina da Silva afirmou ter visto "uma bola de fogo" caindo céu. Tratava-se na verdade de um fragmento de satélite (lixo espacial), que caiu na divisa de Capim Grosso com Santa Luz. Na época houve um grande receio de que o material estivesse contaminado por urânio, como aquele encontrado em Goiânia, o césio 137.


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EXECUÇÃO DE DELEGADO E SARGENTO:  OUTUBRO DE 1990


Diário do Pará: 11/10/1990

A notícia referia-se ao assassinato do delegado Albino Sabino dos Santos e do sargento Alberene Ferreira dos Santos Sobrinho, ambos do Destacamento de polícia de Capim Grosso. Os acusados foram os irmãos: José, Edvaldo e Vivaldo Moreira dos Santos, conhecidos na região por envolvimento numa quadrilha de roubos de gado. O crime ocorreu a 80 quilômetros da cidade, no município de Várzea da Roça. Ao chegar na fazenda dos acusados, os policiais foram cercados pelos cincos irmãos e as mulheres de dois deles e, antes que pudessem esboçar qualquer reação, foram assassinados a golpes de foice e facadas. 




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O ACIDENTE DA CARAVAN: JANEIRO DE 1988


Diário do Pará: 20/01/1988

A combustão provocada pelo calor de um escapamento de botijão de gás, comumente utilizado na época como combustível de automóvel, causou a explosão de uma Caravan, no entrocamento rodoviário de Capim Grosso, na estrada que liga a Jacobina. No acidente, cinco pessoas, quase todas da mesma família, morreram, e outras quatro foram internadas com queimaduras graves, no Hospital Regional de Jacobina. O triste acontecimento foi mais um que causou enorme comoção entre os moradores da cidade.



CAPIM GROSSO E SUA HISTÓRIA
Pessoas, coisas e fatos que compõem a história da nossa cidade ao longo das décadas...



Os pioneiros da cidade: o senhor Zózimo e a senhora Ursulina


(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
O "Capitão" - Zózimo Amâncio, falecido em 1966



O senhor Zózimo Amâncio, o popular "Capitão", foi o pioneiro da cidade, o primeiro morador da Fazenda Capim Grosso, o qual faleceu na década de 1960, após ter sido atropelado por um caminhão desgovernado na Avenida Jacobina.

Contudo, muito mais do que o primeiro morador, o Capitão participou ativamente no processo de urbanização da antiga Vila. Em 1945, por exemplo, ele cedeu uma lagoa para a Prefeitura de Jacobina, que a utilizou no abastecimento de água para a região. 

Há muitas histórias envolvendo esta célebre figura. Conta-se, entre outras, que ele costumava montar num cavalo de pau sobre o qual gritava como um se fosse um verdadeiro oficial,  um capitão investido da patente de um comandante do exército. Verdade ou mentira, o fato é que o apelido o consagrou. 


(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Maria Vajota



Esta incansável mulher, assim como muitas outras, deu importante contribuição para o desenvolvimento  humano  de Capim Grosso, através de seu maravilhoso trabalho de Parteira, ou como se dizia antigamente, a "mãe de imbigo".



(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Otaviano Ferreira dos Santos, o famoso "Dão" (1932-1982)


Sem dúvida uma dos mais importantes vultos históricos da cidade, o qual, também, participou ativamente de seu desenvolvimento e construção. Como político, defendeu os interesses do Município como Vereador, sendo eleito para o cargo no ano de 1976. Faleceu no dia 8 de novembro de 1982, fato este que comoveu toda a região, o que foi uma enorme perda para seu povo. Mais tarde, um de seus filhos, Paulo Ferreira, foi eleito  Prefeito da cidade.



Busto do prestigiado Otaviano Ferreira, o popular "Dão", localizado à Praça que leva o seu próprio nome (2014). Nasceu no dia  22 de março de 1932, e faleceu em 8 de novembro de 1982


(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Manoel Gonçalves de Sousa, o "Manuel de Mariquinha"

Este ilustre senhor chegou em Capim Grosso em 1957, oriundo de São José do Jacuípe. Sua atuação para o progresso da cidade foi preponderante e decisivo, pois graças à sua exímia habilidade de Pedreiro ou "mestre-de-obra", ajudou a erguer literalmente a cidade. Casado com Dona Dulce Vilas Boas de Souza (falecida em 19/09/2012), tiveram eles 16 filhos, de cuja árvore genealógica surgiu o prestigiado tronco "Vilas Boas", do qual se originaram, dentre outros importantes nomes: Orleando Vilas Boas, Altevan Vilas Boas, Rogeres Magno Vilas Boas, Geová Vilas Boas, Manoel Vilas Boas, Nomar Alencar Vilas Boas, Maria Alves Vilas Boas Rios etc.



(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Dona Dulce, a digníssima esposa do seu Manuel de mariquinha



(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Tino Araújo


Um dos maiores loteadores de terrenos da cidade, o qual muito colaborou para o crescimento urbano da cidade


(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
José Mendes de Queiroz, "Seu Zé Queiroz"



Eis aí outra ilustríssima figura que compõe o grande rol histórico de Capim Grosso. Seu Zé Queiroz, além de um grande proprietário de terras na região, tinha forte atuação nas questões sociais da cidade, além de ter sido o primeiro Vereador a defender os interesses da região na Câmara da Prefeitura de Jacobina. Concorreu a primeira Eleição, sendo derrotado por César, em 1985. Faleceu no 21 de maio de 2004.



(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Gabriel Francisco dos Santos, o segundo vereador que representou a cidade em Jacobina


(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Emerentino Alves, o queridíssimo "Seu Tutu" 


Simpático morador, o qual, graça ao seu prestígio na cidade, foi honrado como  nome de uma de suas ruas, bem no Centro: Rua Emerentino Alves


(
Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Manuel Amâncio de Araújo, o popular "Tino", grande empreendedor imobiliário da cidade


(

Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Seu Ângelo Oliveira, outro empreendedor do ramo da construção


(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Dona Tarcília (Tarcília Evangelista de Andrade)

Uma mulher  que muito batalhou em prol do desenvolvimento social da cidade. Na primeira Eleição de 1995, candidatou-se ao cargo de Vereadora. Á época dizia-se dela uma expressão que se destacou naquele pleito eleitoral: "É preciso tapar o buraco das velhas", em referência às más condições das ruas da cidade

Saudosa Davina Mendes Rios (popular "Zizinha"), antiga moradora da Rua São José, falecida nos anos 80


Francisco Moreira Mendes (vulgo "Chico Mendes")


Fincou raízes na cidade, deixando uma farta descendência. Foi esposo de Dona Zinzinha , com quem teve vários filhos, dentre os quais: Lourival ("Lôro véio"), Edmundo, Valmir, Izibina (Dona Tita), Titinha, Carmélia, Dirce, Firmino,  Dalva. 


A saudosa professora Sidália, que também deixou sua semente para a posteridade 
Seu Nemésio (Falecido em 18/11/2016)


Um dos melhores barbeiros e cabeleireiros da cidade. Tinha uma barbearia (Barbearia Rios) na antiga Rua São José (Atualmente Avenida Tancredo Neves), onde trabalhava  com muito empenho e alegria, juntamente com seus filhos. Sem dúvida, um grande capim-grossense que merece ser lembrado pela pessoa que era e por sua atuação no progresso da nossa cidade. 



O Padre Alfredo, figura que teve grande atuação na história de Capim Grosso - Bahia

(Fonte :ADMJ/NEO.NEEC-UNEB IV, IN: GILMARA FERREIRA)
Padre Alfredo Haasler. Década de 1940


Cerimônia festiva da Escola Paroquial de Capim Grosso - BA

Padre Alfredo ministrando uma missa aos fiéis

Padre Alfredo montado em seu burrinho em trabalho missionário (1938). O Padre Alfredo deixou sua terra natal, a Áustria, em 1938, com 31 anos, para vir a Jacobina fazer o serviço de missionário do sertão, cumprindo sua missão por quase 60 anos.

Padre Alfredo e professores (Jacobina - 1949)

Desfile Cívico numa Escola Paroquial comandada pelo Padre Alfredo (local e data sem identificação)

Padre Alfredo selecionando medicamentos

Padre Alfredo e missionárias do Espírito Santo no final da década de 60

Padre Alfredo já em sua idade avançada

Padre Alfredo Haasler na velhice. 1996
(Fonte: APIL, IN:GILMARA FERREIRA)

ASPECTOS BIOGRÁFICOS DO  PADRE ALFREDO HAASLER

Contatos e alianças político-religiosas

Um dos primeiros contatos de Padre Alfredo Haasler na Bahia em 1938, no Mosteiro de São Bento na cidade de Salvador, foi D. Beda Kecheisen. Este se tornou amigo do padre Haasler, e na década de 1950, teve papel significativo para o desenvolvimento da ação das Escolas Paroquiais, intermediando a freira que iria auxiliar Padre Haasler com esse trabalho. Na cidade de Jacobina, a professora Felicidade de Jesus Magalhães e o senhor José Marcellino da Silva foram os primeiros colaboradores dessas e do trabalho missionário do padre Haasler.


A amizade entre Felicidade de Jesus Magalhães e o padre Alfredo Haasler teve início em 1939, quando recém-chegada à Jacobina, solicitou ao padre permissão para usar o harmônio da Igreja Matriz. Dona Felicidade tornou-se organista na cidade e amiga do vigário, o acompanhou nas desobrigas. Era professora formada na Escola Normal de Senhor de Bonfim e, além de compor o conselho Administrativo da Associação das Escolas Paroquiais de Jacobina, auxiliou como supervisora credenciada bem como na formação das professoras paroquiais e, especialmente, na legitimação dos exames de final de ano compondo as bancas examinadoras.

Em 1947, através da professora Felicidade, padre Alfredo conhecera a professora Nilza Silva Oliveira, que, recém-formada, pela Escola Normal Senhor do Bonfim, passava por dificuldades financeiras agravadas pela doença de seu pai e pela falta de emprego, visto que, não havia feito o concurso que lhe daria o direito de ingressar na carreira do magistério e lecionar em escola pública. A professora Nilza começou a ensinar na escola paroquial de Serrote – hoje Serrolândia, em 1947, e em 1948, conseguiu, por intermédio de um deputado estadual, uma cadeira para lecionar no Povoado de Olhos D´água. Contudo, continuou auxiliando o padre Alfredo com as escolas Paroquiais compondo as bancas de exames finais bem como, no trabalho catequético com a comunidade.

Mesmo sem estar sob orientação direta das regras paroquiais eu tomei-as como padrão para o meu trabalho de professora estadual, durante todo o tempo em que lecionei no município de Olhos D´água, seguia o Pe. Alfredo no que tocava à preparação espiritual das crianças, ou seja, à catequese, naquele pequeno povoado, dando ao Pe. Alfredo uma felicidade da qual eu compartilhava também.

De acordo com a biografia de padre Alfredo escrita por Lemos, José Marcellino se tornou amigo do padre, e foi um dos mais contínuos no trabalho com as escolas paroquiais. Além de compor o conselho administrativo da associação das Escolas Paroquiais de Jacobina, cuidava da parte financeira das mesmas.  Esteve presente, ao lado do padre, até 1984 quando veio a falecer.

Embora nas narrativas orais e a maioria dos entrevistados não tratem o padre Alfredo como “alguém que fazia política”, são apreensíveis nas fontes as articulações e alianças que construiu com os representantes locais da política de Jacobina desde que chegou a região. Nomes de representantes das elites locais como José Marcellino, Manoel Novaes e o coronel Francisco Rocha Pires, são corriqueiramente mencionados nas entrevistas como pessoas que apoiaram o padre Alfredo frente aos projetos da Igreja e das Escolas Paroquiais, com recursos financeiros.

O primeiro, José Marcelino fora prefeito da cidade de Jacobina entre os anos de 1944 e 1946, Manoel Novais e o coronel Francisco Rocha Pires, deputados Estadual e Federal, respectivamente. No caso específico de José Marcellino, sua carreira política na cidade, ocorreu após o início de sua amizade com o padre Alfredo e a fundação da Associação das Escolas Paroquiais. Em 1939, quando intermediou a fundação da primeira escola paroquial no povoado de Tabua, José Marcellino era gerente das Fábricas do Sr. Otacílio Nunes de Souza na região de Jacobina, tempos depois, na década de 1950, havia se tornado em um rico comerciante da região e um nome de peso das elites jacobinense.

A ascensão social e econômica do Sr. José Marcellino, numa cidade onde era “estrangeiro”, pode estar associada a ajuda mútua entre ele e o padre Alfredo Haasler, que em troca da realização de sua missão evangelizadora para a região, buscou cercar-se de pessoas que não só comungassem dos mesmos objetivos, como também pudessem vir a se beneficiar com ele.

Além dos nomes citados, narrativas orais apontam que o padre Alfredo mantinha relações de proximidades em cada localidade por onde passava nas desobrigas com pessoas públicas e de peso político para a região tais como delegados, fazendeiros e políticos.

Padre Alfredo era político sim! Ele sempre falava de Chico Rocha e Manuel Novaes na Igreja... Eu mesma ainda cheguei a votar em Manuel Novaes e Chico Rocha. E ele sempre ficava na casa de pessoas públicas. Meu avô mesmo era delegado em São José e ele foi muito amigo do meu avô e ficava lá na casa dele quando ia para as desobrigas.


O depoimento aponta o envolvimento do padre Alfredo na política da região, na existência de possíveis acordos com os políticos da região, que estiveram diretamente associados às escolas paroquiais enquanto sócios benfeitores e mantenedores desse projeto religioso, que passou também a ser um projeto de interesse político para estes senhores. Ao longo da história dessas escolas, e de todas as ações que a envolveram, de cunho assistencialista, educativo e caritativo, muitos médicos que estiveram cooperando com esse trabalho, se tornaram também prefeitos da região: Florisvaldo Barberino na década de 1950, e Flávio Mesquita na década de 1970.

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Fonte:
Gilmara Ferreira de Oliveira Pinheiro: "Os “monges de branco” e os sertões das Jacobinas: catolicismo e restauração nas ações missionárias de Pe. Alfredo Haasler - 1938/1965. (Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Feira de Santana como requisito para obtenção do grau de Mestre. Orientadora: Profa. Dra. Ione Celeste de Souza). Feira de Santana, 2012.



Interior do altar de Santa'Ana, onde padre Alfredo foi enterrado
(Fonte: GILMARA FERREIRA)

Demolição da antiga estátua do Padre Alfredo, em 2013

Homenagem ao padre Alfredo, em novo "monumento" erigido à Praça da Matriz

Busto do Padre Alfredo, estabelecido à Praça da Matriz (foto de 2014)
(Capim Grosso: um povo, uma história)
Construção da Igreja São Cristóvão à Praça Oliveira


(Capim Grosso: um povo, uma história)
O Colégio Estadual Edna Moreira Pinto Daltro como era antigamente 

(Capim Grosso: um povo, uma história)
Dona Anízia e sua famosa Pensão (anos 60)

Uma vista da cidade no ano de 1997

Passeio pela cidade ao estilo anos 80


CAPIM GROSSO: SUAS COISAS E SUAS 
 GENTES

Fotografias de alguns ilustres moradores, os quais deram sua relevante contribuição para o desenvolvimento  da cidade.

(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Casamento do seu "Nizu" (proprietário do antigo Supermercado Machado) e a senhora Lúcia

Aspecto da antiga Avenida São José, nos primórdios dos anos 80

Grupo de moradores no anos 80, destacando-se a figura do Deputado de Jacobina o Dr. Fernando

Festividade das redondezas nos anos 80

O ilustre morador o senhor Diniz Nunes Rios, nos áureos tempos de sua juventude
Seu Diniz e a saudosa dona Titinha no seu enlace matrimonial (Acervo: Cássia Rios)
Os mesmos acima, agora nos anos 80 (Acervo: Cássia Rios)
O senhor Diniz em visita à Fazenda Jacu (anos 80)


Seu Diniz e duas de suas netas - Anos 80 (Acervo: Cássia Rios)
Evento familiar nos anos 80, vendo-se, entre outros, os saudosos Nininho e dona Titinha (Acervo: Cássia Rios)
Evento familiar nos anos 80 (Acervo: Cássia Rios)
Fazenda Jacu nos anos 80  
Sra. Titinha e dona Maria (saudosa memória) nos anos 80 
Festa familiar nos anos 80 
O popular "Bufão" (anos 80) - Uma figura sensacional e divertida
 Nininho (o popular "Bufão") - Anos 80
Irmãos da família Rios, filhos do senhor Marciano, lá pelos anos 80


O time "Verdes Mares (anos 80)

Antigos moradores da região (José Vitoriano da Cunha e Maria Oliveira Cunha) - Saudosa memória

O casal Diniz e Titinha (no início do matrimônio)

Uma parte da imensa família Rios reunida. Os irmãos (da esquerda para direita por ordem de idade): Ailda, Martinho (saudosa memória), Fidelina, Bárbara, Leonilda, Generina e Diniz ( o mais velho). A fotografia é dos anos 80

Seu Diniz e Dona Titinha em evento social (anos 80)

Seu Marciano, dona Zelina e Filhos (anos 80)

Dona maria de Oliveira Rios, as filhas Fidelina, Generina e netos (anos 80)

A saudosa e querida Dona Titinha, que também ajudou a fazer a história de Capim Grosso (final anos 80)
Seu Diniz e dona Judite (2009)
A doce dona Judite (2009)
Parte da imensa Família Carneiro (Acervo: Cássia Rios)
Seu Melquíades e sua dileta esposa (2009). Eis aí um homem íntegro, justo, amoroso e cheio das boas virtudes. Grande marceneiro e incansável trabalhador do campo

O bondoso e carismático Senhor Melquíades,  um dos que honram a cidade com sua integridade e trabalho (2009)

Seu Firmino (2014)

Seu Louro ("Loro véio") - 2014, falecido em 2015
Seu Lôro (Lourival Mendes Rios) 
com seu jumento em dia de Feira (2009)
Lourival Mendes Rios - Saudosa memória (2009)
Seu Lourival e sua sobrinha Ivanete, lá pelos anos 90

Osvaldo (o popular "Corró") - 2009. Uma figura esse cara!!!
 O divertido Pedro e seu garotão (2009)
Seu Marciano (2009)
 Dona Dirce (2009), esposa do cabeleireiro, o senhor Memésio 
Dona Fidelina e seu João (2009) 
Dona Beré (saudosa memória) e seu filho "Bega". Dona Beré era esposa do finado Zé Magro, falecido nos anos 80, e mãe do futebolista Faraó, todos gente muito boa
 A professora "Ninha" - Dalva (2009)
Dona Maria, antiga moradora da região central da cidade (2009)

Os irmãos: Dona Bárbara, Diniz e Fidelina (2015)




PERSONAGENS "FOLCLÓRICOS"
Algumas das pessoas que fizeram e que ainda fazem história em Capim Grosso.



O badalado "Zé Gatinha" (2013)
O divertido "Bunitinho" (2013) 
A incansável "Zuína" (2013)

O sensual Milton (2009)




A POLÍTICA EM CAPIM GROSSO


Dr. Carlito, que muito contribuiu para a emancipação de Capim Grosso
Eleição de 1985, vendo-se aspecto das comemorações com seu primeiro prefeito eleito, o sr. César
Panfleto político de Antônio Floriano, um dos primeiros vereadores da cidade, eleito em 1985 (Acervo: Cássia Rios)
Os últimos 6 prefeitos de Capim Grosso: César, Dr. Pinheiro, Paulo Ferreira, Itamar, João do Couro e a Dra. Lydia (respectivamente)

Sivaldo que venceu em disputa acirrada Marcos Carneiro, na eleição de 2012
(Fonte: Capim Grosso: um povo, uma história)
Prédio onde outrora funcionou a Prefeitura da cidade após esta se emancipar



COISAS DE CAPIM GROSSO




Pintura retratando a Igreja matriz e seus arredores

Antiga casa localizada na tradicional Rua São José, nome este que a imbecilidade política substitui por Tancredo Neves. A casa é uma das poucas que ainda não foi transformada em comércio (2014)

Ferro de passar á vapor, algo muito utilizado nos primórdios da cidade
 Bonecas típicas da época (fotografia: 2014 - Dona Fidelina)
A velha e boa cama-de-vento



CAPIM GROSSO E SUAS RUAS

Mais de 200 fotografias de praças, vielas e ruas da cidade de Capim Grosso.

Pela ruas de Capim Grosso - Placa indicativa da Praça Otaviano Ferreira, no centro da cidade

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira
Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira (à noite)

Pela ruas de Capim Grosso (2014) - Vista da Praça Otaviano Ferreira

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Vista da belíssima Igreja Matriz - 2014

Outra vista da Igreja de São Cristóvão - 2014
Igreja Matriz de Capim Grosso (2014)
Outro aspecto da belíssima igreja (2014)

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Praça da Matriz

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Praça da Matriz

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Praça da Matriz

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Praça da matriz

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Praça da Matriz

Vista da Matriz à noite - 2014

Vista da Praça da Matriz à noite (2014)

A Matriz vista à noite (2014)

A Matriz em dia da festa de São Cristóvão (2014)

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Vista do Mercado Municipal

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014: Vista do Mercado Municipal

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Capim Grosso em dia de feira

Vista do Mercado Municipal - 2014

O Mercado Municipal em dia de feira - 2014

Dia de Feira em capim Grosso - 2014

Plantas medicinais vendidas na Feira (2014)

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014
Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2014

Pela ruas de Capim Grosso - 2009

Pela ruas de Capim Grosso - 2009

Pela ruas de Capim Grosso - 2009

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Ruas de capim Grosso em época de Eleição - 2012

Pelas ruas de Capim Grosso - 2014

Pelas ruas de Capim Grosso - 2014: chegando ao cemitério

Pelas ruas de Capim Grosso - 2014: chegando ao cemitério

Pelas ruas de Capim Grosso - 2014: proximidade do cemitério

Vista do Cemitério de Capim Grosso - 2014

Vista do Cemitério de Capim Grosso - 2014

Vista do Cemitério de Capim Grosso - 2014: Túmulo do sr. Edmundo Mendes Rios

Vista do Cemitério de Capim Grosso - 2014: Túmulo da senhora Maria Mendes Rios (a popular "Titinha")

Vista do Cemitério de Capim Grosso - 2014

Vista do Cemitério de Capim Grosso - 2014

Em rumo a São José do Jacuípe



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CAPIM GROSSO E SEUS ARREDORES
Algumas imagens de localidades (sítios, roças, fazendas, chácaras) próximas a Capim Grosso.



Sítio Jenipapo de propriedade do sr. Louro - 2014

Sítio Jenipapo de propriedade do sr. Louro - 2014

Sítio Jenipapo de propriedade do sr. Louro - 2014

Sítio Jenipapo de propriedade do sr. Louro - 2014

Região do antigo sítio Furtuoso, a caminho de São José do Jacuípe  (2014)

Região do antigo sítio Furtuoso, a caminho de São José do Jacuípe  (2014)

Região do antigo sítio Furtuoso, a caminho de São José do Jacuípe  (2014)

Região do antigo sítio Furtuoso, a caminho de São José do Jacuípe  (2014)

Vista parcial do povoado Sete Porcos (2014)

Vista parcial do povoado Sete Porcos (2014)

Sítio nas proximidades da cidade - Cotorno de São José (2014)
Fazenda Chico de Mendes, em homenagem ao antigo morador Francisco Oliveira Mendes, o popular "Chico de Mendes" (2009)



Outra vista da mesma fazenda (2009)

Vista da antiga Fazenda Várzea Suja - 2014

Vista da Fazenda Jacu, vendo-se seu proprietário o sr. Diniz (2009)

Fazenda Jacu - 2009


COISAS QUE DÃO EM CAPIM GROSSO
Algumas plantas que florescem aos redores da cidade.
Pé de licuri (espécie de palmeira nativa da região) - 2014

Licurizeiros que aos poucos vão sendo devastados para dar lugar à lavoura e à agropecuária (2014)


Crianças brincando entre os licurizeiros (2014)

O famoso mandacaru (2014)

A deliciosa graviola (2014)

Pé de coco (2014)

Romã, muito utilizada como medicamento (2014)

Palma, comumente utilizada em tempo de seca para alimentar animais (2014)

Melancia, manga, laranja e coco
Seriguela 


FIM


AJUDE-NOS A MANTER A HISTÓRIA E A MEMÓRIA DE CAPIM GROSSO...

Envie-nos sua fotografia para acrescentarmos neste espaço, a fim de que seja mantida a memória e a história do nosso povo e da nossa terra.


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Fonte:
1. Acervo Fotográfico de Iba Mendes (Fotos: Iba Mendes)
2. Tânia maria Pereira Vasconcelos: "Educar, catequizar e civilizar a infância: a Escola Paroquial em uma Comunidade do Sertão da Bahia (1941-1957). Tese de Mestrado. Orientadora: Profª Drª Maria Luiza Marcílio. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2009.
3. Gilmara Ferreira de Oliveira Pinheiro: “Os “monges de branco” e os sertões das Jacobinas: catolicismo e restauração nas ações missionárias de Pe. Alfredo Haasler (1938/1965). Tese de Mestrado. Orientadora: Profa. Dra. Ione Celeste de Souza. Universidade Estadual de Feira de Santana. Feira de Santana, 2012.
4. Portais: www.capimgrosso.ba.gov.br - www.interiordabahia.com.br - www.frnoticias.com - jacoebina.com.br - www.arnaldosilvaradialista.com
5. Facebook: Perfil de Marco Carneiro, Sandro Rios e comunidade "Capim Grosso da Depressão", Cláudio Nunes Rios.
6. Facebook: Comunidade Capim Grosso um povo uma História

6. Diagnóstico do Município de Capim Grosso - Bahia. Projeto cadastro de fontes de  abastecimento por água subterrânea Ministério de Minas e Energia.  Salvador, outubro/2005. Disponível em: http://www.cprm.gov.br/

11 comentários:

  1. Vamos colocar mais pessoas que faz parte da história de Capim grosso pessoa elas que ajudaram muito pro desenvolvimemto da cidade procure saber a historia de Secundo ferreira da silva meu AVÔ que fez muito por Capim grosso e não é reconhecido infelismente a maioria não todos a família tem condições ai fala essa é minha opinião vamos rever isso ai blz....

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  2. Vamos colocar mais pessoas que faz parte da história de Capim grosso pessoa elas que ajudaram muito pro desenvolvimemto da cidade procure saber a historia de Secundo ferreira da silva meu AVÔ que fez muito por Capim grosso e não é reconhecido infelismente a maioria não todos a família tem condições ai fala essa é minha opinião vamos rever isso ai blz....

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    1. Murilo,

      Se puder envie-nos fotografias e relatos, a fim de inserirmos neste espaço, cujo objetivo é preservar a memória da nossa cidade. Abraços (iba@ibamendes.com)

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  3. poxa vc poderia colocar fotos do contorno de jacobina principalmente fotos do deposito da butano onde meu pai trabalhou por mais de 20 anos saudades da minha infância .

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  4. poxa vc poderia colocar fotos do contorno de jacobina principalmente fotos do deposito da butano onde meu pai trabalhou por mais de 20 anos saudades da minha infância .

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    1. Gabriela,

      Não temos essas fotos. Se as tiver, envie-nos para inserirmos no blog... Abraços... (iba@ibamendes.com)

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  5. Parabens ...muito interessante axo apenas que poderia falar um pouco mas de tino araujo..na minha opniao ele foi quem mas anudou no desenvolvimento urbano da nossa capim grosso...mas parabens...

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  6. Parabens ...muito interessante axo apenas que poderia falar um pouco mas de tino araujo..na minha opniao ele foi quem mas anudou no desenvolvimento urbano da nossa capim grosso...mas parabens...

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  7. Companheiros bom dia, uma sugestão: localize ai dona renilda do acarajé, dona rita de joão grilo, os filhs de Tamiro cego da barraca. para acrescentar fotos de zé gudi e dos anteriormente citados para enriquecer sua criatividade. (EU SOU RAYMAN DI ARAUJO O PRIMEIRO LOCUTOR E RADIALISTA DA NOSSA QUERIDA CAPIM GROSSO. Abraços e quaisquer informaçoes rayman-studio@hotmail.com 75 - 9-99920607 - vivo.

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  8. ops! é isso se poder acrescentar mais pessoas que fizeram e História faz é muito intersecante será um acervo completo. Vocês estão de parabéns!!!

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    1. Se puder nos enviar fotografias de outras moradores, agradecemos: iba@ibamendes.com

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