Testemunhas de Jeová: as vítimas esquecidas do nazismo

Triângulos roxos: as vítimas esquecidas do nazismo

“A perseguição às Testemunhas viria a se intensificar na Europa no início dos anos 30 e, especialmente nos anos 40, por sua suposta neutralidade durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Em 1933, por exemplo, a Sociedade Torre de Vigia da Alemanha foi proscrita pelo governo nacional-socialista e seus adeptos passaram a serem enviados para os campos de concentração nazistas, ao lado de judeus, ciganos e outros, onde recebiam como marca distintiva um triângulo roxo costurado em suas roupas. Eram assim discriminados por se negarem a saudar Hitler e a prestar o serviço militar. Enquanto grupo religioso, representado legalmente pela “Sociedade Torre de Vigia”, foi colocado em suspensão em todos os países em que atuou.

Em 30 de janeiro de 1933, Adolf Hitler foi nomeado novo chanceler na Alemanha. Em poucos meses, o Estado nazista iniciou a perseguição às Testemunhas alemãs, interpretadas assim como comunistas, como inimigos políticos do regime. Identificamos como razões para esta repressão: 1. o escopo internacional das Testemunhas de Jeová; 2. sua oposição ao racismo; 3. sua posição de neutralidade para
com o Estado. Respeitando seus conceitos bíblicos, as Testemunhas recusavam-se a fazer a saudação a Hitler e, mais tarde, de participar das atividades militares nazistas. Resultado: as Testemunhas de Jeová sofreram ameaças, interrogatórios, invasão policial em suas casas e outras importunações por parte da SA (Sturmabteilung, tropas de assalto ou camisas pardas de Hitler).

Em 24 de abril de 1933, as autoridades nazistas confiscaram e lacraram a sede da Torre de Vigia de Magdeburgo, Alemanha. Após uma busca cabal sem encontrar nenhuma evidência incriminadora, e sob pressão do Departamento de Estado americano, a polícia devolveu-lhes a propriedade. Porém, em maio de 1933, as Testemunhas de Jeová já haviam sido banidas de vários estados alemães.

Na Alemanha, à época em que Adolf Hitler ascendeu ao poder, as Testemunhas contabilizavam menos de 25.000 adeptos. Não obstante, encontravam resistência entre a população, pela pregação que faziam de porta em porta, e pela presença das tradicionais religiões católica e protestante no país, que as consideravam uma “seita herege”. Alguns estados alemães e autoridades locais tentaram restringir o proselitismo da entidade acusada de venda ilegal de suas publicações religiosas como The Watchtower e The Golden Age, proscritas em 1933. Neste meio tempo, as tropas de assalto nazistas, sem respaldo jurídico, já interrompiam as reuniões do estudo da Bíblia, agrediam as Testemunhas de Jeová e queimavam suas publicações.

Ainda em 1933, preocupado com as crescentes tensões na Alemanha, Joseph Franklin Rutherford, então presidente mundial da Sociedade Torre de Vigia, juntamente com Paulo Balzereit, administrador da filial na Alemanha, decidiram fazer uma campanha para informar o chanceler Hitler, às autoridades do governo e ao público que as Testemunhas de Jeová não representavam nenhuma ameaça ao povo e ao Estado alemães. Rutherford achava que Hitler não tinha conhecimento dos ataques às Testemunhas de Jeová ou então que havia sido mal informado sobre elas por opositores
religiosos. Por conseguinte, o Salão do Reino de Magdeburgo providenciou a realização de um congresso fazendo uso do direito de reivindicação dos cidadãos da Alemanha. As 7.000 pessoas ali reunidas adotaram uma resolução intitulada “Declaração de Fatos”, documento que protestava contra as restrições impostas à obra das Testemunhas de Jeová na Alemanha. Neste documento, apresentavam suas posições políticas e negavam as acusações de ligações subversivas com causas políticas de quaisquer tipo:

“Há um conflito direto entre a sua lei e a lei de Deus. Por conseguinte, esta tem por fim avisa-los de que, a todo custo, obedeceremos aos mandamentos de Deus, vamos reunir-nos para o estudo de sua Palavra, e iremos adorá-lo e servi-lo conforme Ele ordenou.”

Outras manifestações chegavam à sede do governo alemão. Por telegrama, Testemunhas de Jeová canadenses informavam ter reproduzido nos jornais de seu país,
em tom de denúncia, a seguinte mensagem:

Seus maus tratos para com as Testemunhas de Jeová chocam a todas as pessoas boas da Terra e desonram o nome de Deus. Refreie-se de continuar perseguindo as Testemunhas de Jeová. De outra forma, Deus o destruirá, bem como a seu partido nacional.”

Em vista da nova realidade que a Alemanha enfrentava, as Testemunhas de Jeová adotaram, inicialmente, o argumento padrão para justificar sua perseguição: a pressão da hierarquia católica sobre autoridades governamentais visando por um fim às publicações da Sociedade Torre de Vigia, notadamente anticlericais:

Temos sido falsamente acusados perante as autoridades desse governo (...). Pedimos, com respeito, que os governantes da nação e o povo analisem com justiça e imparcialidade a declaração de fatos aqui apresentada.
Não estamos em litígio com pessoas ou com instrutores religiosos, mas temos que chamar a atenção ao fato de que, em geral, quem nos persegue e nos difama perante os governos são aqueles que afirmam representar a Deus e a Jesus Cristo.”

Em um país cujo líder havia assinado uma concordata com a Igreja Católica, parecia certo às Testemunhas de Jeová que a motivação para a perseguição sobre elas na Alemanha passava pela ação da hierarquia da Igreja, que pressionava Hitler a fazer o
mesmo que nos outros países. Com esta idéia, as publicações das Testemunhas de Jeová passaram a reproduzir, mundialmente, denúncias da aliança católico-nazista, um “conluio malévolo”, na opinião de Rutherford. Na medida em que a repressão às Testemunhas aumenta na Alemanha, surgem nas páginas das publicações da Sociedade Torre de Vigia, relatos de agressões e prisões que constituíram, muitas vezes, denúncias pioneiras da perseguição, inclusive, dos judeus no país.

Em nossas pesquisas, duas imagens chamaram a atenção, por conta de seu forte apelo. Datadas provavelmente de meados da década de 1930, estas duas iconografias circularam em publicações das Testemunhas de Jeová, alertando aos leitores sobre o
pacto firmado entre a Igreja Católica e o Estado nazista, com vista a diminuir as liberdades na Alemanha e causar “tribulações” ao mundo.

A primeira delas, intitulada Catholic Action, toda em tons de vermelho – associando o cenário provavelmente ao inferno, mostra um momento de flerte de uma mulher com o diabo. A referida senhora é gorda – o que associa sua figura à alimentação farta – e tem um sorriso sedutor para seu admirador. Parecendo tê-lo totalmente sob controle, ela ostenta um chapéu papal, que traz no topo uma serpente a espreita, ao lado da cruz. Uma outra grande cruz ornamenta o colar que a mesma senhora traz no pescoço. No centro de seu vestido, lê-se a palavra “hierarchy” e na espada que ela segura com a mão direita, vê-se escrita a palavra “terrorism”. O diabo parece encantado por esta mulher. Ele veste uma capa preta, com uma suástica nazista postada no braço esquerdo. Também o diabo traz uma cruz pendurada no pescoço, além de um conjunto de medalhas cravadas no peito, o que o faz parecer membro do Exército. Sobre sua cabeça, observamos um halo, visto apenas sobre a cabeça dos santos. Como a Igreja é a única entidade que faz dos homens santos, subentende-se que a entidade religiosa santificou o diabo.

O pano de fundo deste encontro amedrontador parece uma lápide, na qual se lê “Catholic Action”. Neste caso, estas palavras parecem fazer referência à ação da Igreja
sobre o Estado nazista, e não à “Ação Católica”, organização de leigos da Igreja. Um conjunto de almas penadas gravitam sobre a lápide e uma destas almas está acorrentada à ela. Em relação às imagens centrais, estas figuras são esquálidas e disformes.

Esta imagem tem um forte sentido simbólico pois, mesmo divulgada em publicações religiosas, sua mensagem é pontual e de alcance irrestrito: a imagem faz crer que a Igreja apoiava totalmente o nazismo. Se o diabo, figura animalizada, de orelhas pontudas, chifres e garras é apresentado como santo e possui uma cruz no peito, supostamente ele já fazia parte do corpo de membros da Igreja. Poder-se-ia afirmar ainda que o brasão postado na capa do diabo é um emblema papal. Entretanto, a falta de detalhamento da iconografia não permite uma análise mais detalhada.

Em outra representação, que circulou no mesmo período da primeira, a cor predominante é o roxo – muitas vezes associado à morte e ao luto. Com o título World
Tribulation, o centro da imagem é novamente o casal Igreja-nazismo, identificados aqui por uma freira e um soldado nazista. A religiosa, também muito gorda – associado na linguagem simbólica à ostentação, luxo e riqueza; segura na mão direita uma rosa.

Totalmente seduzida, ela parece estar muito feliz ao ser levada nos braços pelo forte soldado e por gravitar sobre uma pequena multidão “na tribulação mundial”. Esta mulher tem um longo terço e uma grande cruz pendurada em seu pescoço. Seu corpo não é completamente formado, pois o sua veste de religiosa parece não ter fim. Ela é disforme, o que nos dá a impressão de vôo. Parece confundir-se com uma fumaça negra, oriunda de uma grande explosão que ocorre no plano inferior da iconografia. Ao longo de sua cintura e perna direita lê-se “hierarchy”.

O homem que a carrega nos braços é a figura central da iconografia. Ocupando toda a altura da imagem, este homem parece um soldado nazista, por conta da suástica postada em seu braço esquerdo. Ele é muito forte e masculinizado traz no peito uma faixa em que está escrito “totalitarism”. Este soldado, de feições quase animalescas, solta uma grande gargalhada, em uma espécie de comemoração ou prazer sobre a “tribulação mundial” e por ter a hierarquia em seus braços.

No plano inferior da iconografia percebe-se uma multidão sem face que é tomada pelos efeitos devastadores de uma guerra em que poucos estão armados. Sem grandes detalhes – pois tudo parece uma grande confusão com pânico generalizado, é possível ver corpos dilacerados, pessoas com lanças enfiadas em suas costas ou ainda arremessadas para longe por uma explosão. Do lado esquerdo da imagem, percebe-se o foco de tal explosão: possivelmente um prédio do governo com sua cúpula despedaçada
e tombada à esquerda, enquanto um grande clarão e incêndio o consomem. A fumaça desta explosão confunde-se com as vestes da freira. Tanto ela quanto o soldado nazista parecem assistir tudo muito alegres.

A impressão geral que se tem desta imagem é que o “totalitarismo” (o soldado), além de ter seduzido a “hierarquia” (a freira), parece tê-la salvo da ecatombe representada no plano inferior do quadro. Novamente aqui, as Testemunhas de Jeová veiculam em suas publicações ataques à Igreja católica, acusada pelas Testemunhas de fazer parte de um pacto sangrento para abafar as denúncias contra as atrocidades nazistas, patrocinadas pelo Vaticano. O totalitarismo nazista tem a Igreja dominada em seus braços. Não obstante, a hierarquia parece muito lisonjeada com isso.

Muito embora as Testemunhas de Jeová tenham sido ferrenhas em seu anticlericalismo, o mesmo não ocorreu na denúncia do anti-semitismo alemão em suas
publicações. Inicialmente, temendo que ocorrerresse com elas o mesmo que com os judeus da Alemanha, as Testemunhas tentaram mostrar sua distância em relação ao governo de Hitler, mas associavam a perseguição ao suposto conluio entre o governo e a Igreja.

As Testemunhas de Jeová reunidas no Wilmersdorfer Tennishallen à época da elaboração da “Declaração dos fatos” contavam, segundo registros da época, com bandeiras da suástica decorando o salão. Iniciaram seus trabalhos ao som do hino alemão. Com o governo em fase de transição e o país em tumulto, as Testemunhas de
Jeová procuraram demarcar seu espaço e posição através da “Declaração”: negavam as acusações de envolvimento financeiro ou vínculos políticos com os judeus, afirmando:

Os nossos inimigos alegam falsamente que a nossa obra recebe apoio financeiro de judeus. Nada mais longe da verdade. Até esse momento, jamais houve a menor contribuição financeira para a nossa obra por parte dos judeus.”

Além de negar o apoio financeiro dos judeus à obra das Testemunhas, a declaração também denunciava as práticas injustas do alto comércio judaico:

“São os financistas judeus do império britânico-americano que criaram e que praticam o Alto Comércio como meio de explorar e oprimir os povos de muitas nações.

Talvez numa tentativa de estreitar laços com o novo governo, as Testemunhas de Jeová expressaram-se inicialmente a favor do anti-semitismo. Não obstante, os acontecimentos seguintes aproximaram judeus e Testemunhas, ambos envolvidos pelas
atrocidades que marcariam o Holocausto. Segundo um relatório publicado no Anuário das Testemunhas de Jeová de 1975, algumas Testemunhas alemãs ficaram desapontadas com o tom da “Declaração”, considerando que o anti-semitismo deveria ter sido mais explícito. Teria, naquela época, o novo administrador da filial, Paul Balzereit, suavizado o texto do documento? Provavelmente, haja vista que dois anos mais tarde renunciou às Testemunhas.

Após o congresso, as Testemunhas de Jeová distribuíram 2,1 milhões de cópias da “Declaração”. Alguns representantes foram presos imediatamente e enviados aos campos de trabalho forçado. Desta forma, o governo nazista revelou plenamente a sua
natureza opressiva e violenta para, em seguida, lançar um ataque total contra esse pequeno número de cristãos. Em resposta ao Congresso realizado em 1933 e à “Declaração”, o Estado alemão investiu contra as Testemunhas de Jeová: em 1936, os judeus e as Testemunhas de Jeová foram excluídos do funcionalismo público, pensões e benefícios trabalhistas foram cancelados e seus filhos expulsos de escolas e enviados para reformatórios. Estar casado com uma Testemunha de Jeová passava a constituir, após a promulgação das Leis de Nuremberg, base legal para o divórcio.

Em 1936, as Testemunhas de Jeová começaram a ser enviadas para os campos de concentração sob a alegação do governo nazista de que elas eram insubmissas ao Reich, negando-se a participar das agremiações e comemorações cívicas nazistas, servir ao Exército – cujo serviço voltou a ser compulsório – de não jurar a bandeira e não cantar o hino pátrio. Prova maior de sua insubordinação seria a negação das Testemunhas de Jeová em pronunciar o Heil Hitler, ao qual respondiam com um sonoro “bom dia”. Por seu escopo internacional e pela denúncia que passaram a fazer do Holocausto, as Testemunhas foram acusadas de fazer conluio com os judeus em sua suposta “conspiração internacional”.

A perseguição de Hitler resultou no envio de milhares de Testemunhas de Jeová para campos de concentração. Lá, eles recebiam um triângulo roxo invertido costurado em suas roupas. Este triângulo fazia parte de um sistema simbólico de identificação por cores e signos que os nazistas implantaram nos campos de concentração. Assim, além
da estrela de Davi amarela, aplicada aos judeus, os prisioneiros políticos eram marcados com a cor vermelha, os ciganos com o preto e os homossexuais com um círculo rosa.

A censura às publicações e reuniões das Testemunhas de Jeová, assim como o seu envio para os campos de concentração nazistas foram denunciados sistematicamente nas publicações da Sociedade Torre de Vigia desde sua sede nos Estados Unidos. Uma carta aberta, assinada pelo presidente da Sociedade, Joseph Rutherford foi enviada em 1934 à Adolf Hitler, na qual o líder das Testemunhas afirmava que a proscrição às Testemunhas de Jeová não fazia sentido e que o líder alemão não devia se render à sedução da Igreja Católica, interessada em banir as Testemunhas de Jeová do mundo,
numa espécie de “nova inquisição”.

Em 1939, a Sociedade Torre de Vigia publicou um livreto de 63 páginas que continha um discurso de Joseph Rutherford condenando as “potências do Eixo” e, em especial, a Alemanha nazista. Este livreto, também traduzido no Brasil como Fascismo ou Liberdade, circulou por mais de 100 países do mundo denunciando o Holocausto. Esta publicação despertou a ira de diversos governos, como o do Brasil, que mandou confiscar esses exemplares, além de prender seus distribuidores.

Com estas denúncias, aumentou também o número de Testemunhas de Jeová nos
campos de concentração, chegando a cerca de 6.000 pessoas em 1939, incluindo as Testemunhas encarceradas na Áustria e na Tchecoslováquia, países anexados pelos nazistas a partir de 1939. Muitas delas morreram nos campos. Ao contrário de outros grupos presos, bastava às Testemunhas assinar um termo abdicando de sua fé. Apesar dos espancamentos e torturas infringidas pelos guardas, poucas assinaram, defendendo seus princípios e reafirmando sua crença em uma provação divina:

Das 25.000 Testemunhas de Jeová ativas na Alemanha por ocasião da ascensão de Hitler ao poder, em 1933, entre 2.000 e 2.500 foram enviadas para os campos de concentração, onde sofriam em condições inóspitas. Irreverentes, preservavam sua fé negando-se a assinar o termo de abdicação de sua religião. O número de Testemunhas de Jeová que morreu nos campos até 1945 é estimado em 1.000 alemãs e 400 pessoas de outros países. Outras 250 Testemunhas foram executadas pelos nazistas após serem julgadas e condenadas pelos tribunais militares por se recusarem a prestar o serviço militar.

Muito embora estes números atestem ser pequena a cifra de Testemunhas de Jeová executadas pelo governo de Adolf Hitler entre 1936 e 1945, se comparados aos 6 milhões de judeus, este grupo religioso tem sido resgatado pela historiografia sobre o
Holocausto. Destacam-se por sua postura paradigmática na exposição das atrocidades do Terceiro Reich sobre judeus, versão que carece de estudos acadêmicos. Com abrangência mundial, suas publicações denunciaram, de maneira pioneira, o anti-semitismo e os crimes praticados contra os judeus. Soma-se a isso, a persistência de sua defesa das convicções religiosas e sua incansável luta pela liberdade de consciência. Este tema merece aqui nossa atenção, considerando-se a existência de fontes históricas importantes que se encontram sob a guarda de instituições brasileiras."

---
É isso!

Fonte:
EDUARDO GÓES DE CASTRO: “A TORRE SOB VIGIA: As Testemunhas de Jeová em São Paulo - 1930-1954". (Dissertação de Mestrado apresentada no Programa de Pós-Graduação em História Social do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Orientadora: Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro). Universidade de São Paulo. São Paulo, 2007.

Nota:
As referências bibliográficas de que faz menção o autor estão devidamente catalogadas na citada obra.

14 comentários:

  1. so uma pergunta vocé é uma testemunha de Jeova?

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  2. Muito bom, muito bem explicado parabens e este tema merece a ateção de muitos.

    So gostaria de responder ao ANOMIMO ali de cima.
    Eu não sei se ele é testemunha de Jeová ou nao mais fez um ótimo trabalho.
    E ele não precisa ser uma testemunha para falar a verdade para outros.

    Abraços.

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  3. GOSTEI MUITO BOA EXPLICAÇAO, SOBRE TUDO O QUE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ,SOFRERAM NAS MÃOS DE NASISTAS A MANDO DE RITLER! MTO BOA A MATÉRIA!!!!!HOJE, EM MUITOS PAISES,,,ESTA OBRA QUE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ,FAZEM,AINDA SOFREM DESCRIMINAÇÃO......AINDA SÃO MORTAS....POR DEFENDER, E ENSINAR APALAVRA DE DEUS!!!!! ABSURDO!!!!MORRER POR ENSINAR COISAS DA BIBLIA !

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  4. excelente matéria... PARABÉNS!

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  5. Felipe Alexandre15/08/2011 18:48

    gostei bastante! E como disse o anonimo, o preconceito com as testemunhas de jeová é muito grande e alguns até morrem ensinando coisas da biblia.

    Parabéns!

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  6. oi To usando a tese do Eduardo como ponto de partida pra minha pesquisa, e estou procurando entrar em contato com ele por email , mas nao consigo, voce poderia me ajudar de alguma forma?

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  7. defender uma org.humana até a morte é ser escravo de homens! porque o nosso criador nao precisa de nada de nossas mãos atos 17;46a50 É Yahuh [jeova] que nos defende,pois Ele NÃO é um deus medilcre,imcapaz,algemado um pobre imfeliz´. bem pelo contrario!!!! morreram defendendo uma org.de pecadores. porque o Satanico Hitler não pediu
    para negar o messias nem ao criador.porque ele era um judeu catolico!

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  8. e infelismente as tjs atuais estão prontas para morrer pela org. torre de vigia. elas não percebem que religão é coisa humana terrena criada para aprisionar o gado, pelo contrario o nosso Salvador o 'unico' bom pastor nos leva para.....?Fooooora dos apriscos,e vai a nossa frente e .....nós o seguimos em....espirito !!! isto nimguem tem o poder de tirar!!! jõao 10 ser a igreja. não é defender doutrina humana.
    .

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    1. Elas não morreram pela torre de vigia, morreram por seguir de perto os mandamentos de Jeová, o Deus todo poderoso, e seguir de perto os seu requisito que é o de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente e o próximo como a ti mesmo, diferentemente das religiões no geral, que matam em nome de cristo nos estamos disposto a morrer obedecendo a Jeová e suas normas justas e amorosas.

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    2. Vai maluca!!! Nem escrever sabe... Deve ser uma dessas crentes do c... Quente... Só fala merda! Vai ler a bibblia e pedir espírito santo... Papagaio de pastor... Repete, imita e não sabe nada!!!!

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  9. e infelismente as tjs atuais estão prontas para morrer pela org. torre de vigia. elas não percebem que religão é coisa humana terrena criada para aprisionar o gado, pelo contrario o nosso Salvador o 'unico' bom pastor nos leva para.....?Fooooora dos apriscos,e vai a nossa frente e .....nós o seguimos em....espirito !!! isto nimguem tem o poder de tirar!!! jõao 10 ser a igreja. não é defender doutrina humana.
    .

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    1. as testemunhas de jeová não se prontificam a morrer por religião alguma e muito menos pela torre de vigia, mas sim pelo seu trabalho que é a pregação de porta em porta para levar o conhecimento exato da bíblia. Deus exige devoção exclusiva e só há um Deus a ser adorado.
      "ESTAS BOAS NOVAS DO REINO SERÃO PREGADAS EM TODA A TERRA HABITADA" mateus 24:14

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    2. Religião não é invenção humana,existe sim uma adoração pura e aceitável do ponto de vista de Deus. Você afirma isso Pâmela Silva porquê não lê a bíblia,veja lá o quê diz o livro bíblico de (Tiago 1:27) que devemos manter se sem mancha nem mácula do mundo.Que essa seria a forma da religião verdadeira. (Tiago 1:26,27)

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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