Da galera de Darwin e de sua eterna ladainha

Ladainha, entre outras cousas, significa: enumeração, relação fastidiosa, lengalenga.

É comum quando instada a apresentar evidências a favor da teoria da evolução, a garotada de Darwin fazer faz uso do mesmo e enfadonho lengalenga de sempre. Segundo Enézio de Almeida (“
Desafiando a Nomenklatura Científica") isto se dá porque todos eles aprenderam biologia dos mesmos e poucos livros-texto. E explica fazendo menção dos exemplos mais corriqueiros de ladainhas (respostas) usadas pelos darwinistas ao serem questionados acerca das "evidências" ou do "fato da evolução". São elas:

1 - As mariposas de Manchester (Biston betularia) em troncos de árvores, mostrando como a camuflagem e as aves predatórias produziram o exemplo mais famoso de evolução por seleção natural.
2 - A árvore da vida, reconstruída de um amplo e crescente corpo de evidência fóssil e molecular.
3 - Estruturas ósseas semelhantes em asa de morcego, nadadeira de golfinho, a perna de um cavalo e uma mão humana que indicam a sua origem evolutiva num ancestral comum.
4 - Figuras ou fotografias de embriões mostrando que os anfíbios, répteis, aves e seres humanos são todos descendentes de um animal tipo peixe.
5 - Archaeopteryx, um fóssil de ave com dentes nas suas mandíbulas e garras nas suas asas, o elo perdido entre os répteis antigos e as aves modernas.
6 - Os tentilhões de Darwin nas ilhas Galápagos, treze espécies separadas de uma quando a seleção natural produziu diferenças nos seus bicos, e que inspirou Darwin a formular a sua teoria da evolução.
7 - Moscas de frutas com um par extra de asas, mostrando que as mutações genéticas podem fornecer a matéria-prima para a evolução.
8 - Desenhos de criaturas tipo macacos-antropóides evoluindo em humanos, mostrando que nós somos apenas animais e que a nossa existência é um subproduto de causas naturais sem propósitos.
9 - Um balão de vidro de laboratório contendo uma simulação da atmosfera primitiva da Terra, no qual descargas elétricas produzem os tijolos construtores químicos das células vivas.

É isso!

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