Um fato interessante nos mitos diz respeito à presença entre eles de seres com características de animais. Na antiga mitologia grega, por exemplo, seres meio-animais e meio-homens existiam em abundância: os centauros, as amazonas, as sereias, os sátiros, a Esfinge que procede do Egito, o Minotauro que recorda a civilização de Creta etc. Tal fenômeno também era comum entre os antigos egípcios. Muitas das divindades cultuadas por eles eram representadas com algum traço de animal. Por exemplo: Rá, que entre outras formas foi representado por um homem com cabeça de falcão; Tefnut, retratada como uma mulher com a cabeça de uma leoa; Seth, representado por um homem com a cabeça de um tipo impreciso de animal, algo semelhante um cão de focinho e orelhas compridas e cauda ereta; Hátor, às vezes representada com rosto de mulher e orelhas de vaca; Bastet, uma mulher com cabeça de gata; Sebek, um homem com cabeça de crocodilo. Aqui mesmo no Brasil há vários casos semelhantes: a Iara, o lobisomem, a sereia, o chupa-cabra etc.
Mas não pensem que tal acontecimento ficou restrito a uma mentalidade religiosa ultrapassada. De maneira alguma!
Mesmo em plena modernidade e na aurora do século XXI, ele ainda povoa o imaginário dos povos da mesma forma que outrora. E o mais fantástico é que hoje tal fenômeno dá-se com mais freqüência entre um grupo que historicamente mais combateu os mitos, ou seja, a ciência. A diferença é que neste caso o mito recebe outro nome. Coincidentemente o nome de “ciência.”
O fascínio que os darwinistas nutrem por seres dessa estirpe é simplesmente espetacular. Tome-se, por exemplo, algum livro didático que aborde a Teoria da Evolução e verá a abundância de ilustrações com seres meio-macaco e meio-homem. A imaginação nesse âmbito é tão fértil que até fantasiam situações específicas da época. É comum, por exemplo, ver-se um casal de Australopithecus andando floresta adentro de mãos dadas.
A par disto, posto a seguir uma série de gravuras, primeiro de alguns personagens mitológicos, e, por último, de seres imaginados pelo maravilhoso mundo de Darwin. Vejamos...
Mesmo em plena modernidade e na aurora do século XXI, ele ainda povoa o imaginário dos povos da mesma forma que outrora. E o mais fantástico é que hoje tal fenômeno dá-se com mais freqüência entre um grupo que historicamente mais combateu os mitos, ou seja, a ciência. A diferença é que neste caso o mito recebe outro nome. Coincidentemente o nome de “ciência.”
O fascínio que os darwinistas nutrem por seres dessa estirpe é simplesmente espetacular. Tome-se, por exemplo, algum livro didático que aborde a Teoria da Evolução e verá a abundância de ilustrações com seres meio-macaco e meio-homem. A imaginação nesse âmbito é tão fértil que até fantasiam situações específicas da época. É comum, por exemplo, ver-se um casal de Australopithecus andando floresta adentro de mãos dadas.
A par disto, posto a seguir uma série de gravuras, primeiro de alguns personagens mitológicos, e, por último, de seres imaginados pelo maravilhoso mundo de Darwin. Vejamos...
A SEREIA
O LOBISOMEM
OS CICLOPES
O UNICÓRNIO
O MINOTAURO
A IARA
A MEDUSA
OS FAUNOS
A ESFINGE
A TEFNUT

O CHUPA-CABRA

O AUSTRALOPITHECUS - ("ASTRO-LOPITHECUS")













É isso!